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Leitor de transponder para controlo de
acessos,
retroiluminação
brancos, 1 entrada ativável como botão
suplementar, 1 saída de relé NO, a com-
pletar com painel frontal.
1. Descrição
O dispositivo permite gerir o acesso de passagens e a
execução de atuações através de cartões RFID. Estão
previstos quatro modos de funcionamento consoante o
tipo de instalação: standalone, slave-duefili, eipvdes
(IP Video-Door Entry System) ou slave-eipvdes. Para
os modos standalone e slave-duefili, o software para
a configuração da gestão e atualização ao qual se deve
fazer referência é o SaveProg; para o eipvdes e slave-
-eipvdes, é o Video Door IP Manager.
No modo standalone (por defeito de fábrica), o reconhe-
cimento de um cartão previamente registado comanda a
ativação do relé F1. É ainda possível habilitar a entrada
CA para ligar um botão suplementar e comandar dire-
tamente a saída F1. Neste modo, o SaveProg permite
registar os cartões e configurar o dispositivo.
No modo slave-duefili, o dispositivo deve ser ligado a
um módulo eletrónico áudio ou áudio-vídeo da série Pi-
xel Due Fili através da cablagem específica (conectores f
ou g). Aplica-se o descrito para o modo standalone. Em
alternativa à saída F1, é possível comandar uma outra
saída qualquer (relé/trinco) do módulo áudio/áudio-vídeo
ou dos outros módulos auxiliares do posto externo.
No modo eipvdes, o dispositivo deve ser diretamente li-
gado (através da interface RJ45) a uma rede na qual é
fornecido um serviço de videoporteiro IP Elvox. A progra-
mação e configuração são feitas usando o Video-Door IP
Manager. É possível associar a cada cartão registado, e
também à entrada CA, a ativação de um atuador qual-
quer do sistema de videoporteiro (incluindo o relé local
F1). Além disso, o CA pode ser alternadamente configu-
rado como entrada do sensor para sinalização de "porta
aberta".
No modo slave-eipvdes, o dispositivo deve ser ligado a
um módulo eletrónico áudio-vídeo da série Pixel IP atra-
vés da cablagem específica (conectores f ou g). As ca-
racterísticas funcionais, a programação e a configuração
são as mesmas previstas para o modo de funcionamento
eipvdes.
No estado de origem de fábrica (modo standalone) o
dispositivo, se ligado a uma rede com videoporteiro IP El-
vox, é identificado e é configurável através do Video-Door
IP Manager. Uma vez concluída a primeira configuração,
o modo operativo torna-se eipvdes de modo persistente.
Para os modos slave-duefili e slave-eipvdes, por seu
turno, deve-se usar o SaveProg para programar explici-
tamente o modo slave. Através do SaveProg é sempre
possível programar qualquer um dos modos suportados.
O dispositivo está em conformidade com as normas ISO
16
14443A/MIFARE: MIFARE™ CLASSIC (1K e 4K), MIFA-
RE ULTRALIGHT™ (ULTRALIGHT EV1/ULTRALIGHT
com
LEDs
C) e MIFARE DESFire™ (DESFIRE EV1 2K/4K/8K).
2. Características
• Alimentação:
1) a partir do módulo eletrónico áudio ou áudio-vídeo,
2) a partir de alimentador suplementar, nos terminais
3) Power-over-Ethernet Class 0 (IEEE 802.3-2012)
• Consumo máximo: 250 mA de 5V.
• Consumo típico PoE: 2,5 W.
• Temperatura de funcionamento: -25 °C / +55 °C.
• Grau de proteção: IP54.
• Grau de proteção contra os impactos: IK08.
• Intervalo de frequência: 13,553-13,567 MHz
• Potência RF transmitida: < 60 dBμA/m
• Distância operativa: até 1 cm.
• Compatível com o cartão de transponder programável
Vimar (art. 01598).
3. Modo standalone e slave-duefili
Podem-se registar no máximo 2000 cartões, de tipo uti-
lizador ou instalador, no total. Os primeiros permitem
ativar a atuação configurada, os segundos, registar no-
vos cartões do utilizador sem usar o SaveProg (registo
manual).
Por defeito apenas está habilitada a utilização de cartões
MIFARE CLASSIC 1K. Através do SaveProg também é
possível habilitar a utilização dos outros tipos de cartões.
3.1 Configuração
Ligue o dispositivo ao PC através do cabo USB. Siga a
documentação do SaveProg para os detalhes específi-
cos. É possível:
• Programar o modo de funcionamento: standalone,
• Acrescentar e remover cartões do utilizador e insta-
PT
através da cablagem específica (modo slave-due-
fili e slave-eipvdes);
5V+ e 5V- (todos os modos);
através da interface RJ45. NOTA: A interface de
rede RJ45 deve ser ligada única e exclusivamen-
te a uma rede SELV (Safety Extra-Low Voltage). O
alimentador Power-over-Ethernet (PSE) deve for-
necer isolamento elétrico entre qualquer condutor
acessível incluindo o condutor de terra, se existen-
te, e todos os contactos das portas de rede, incluin-
do os não utilizados pelo PSE ou pelo dispositivo a
instalar (modo eipvdes).
slave-duefili, slave-eipvdes ou eipvdes.
lador.